Posts by megar
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Amigos leitores
Acaba de ser publicada a Edição especial de Natal d'O IKARIANO.
Boa leitura para todos e não deixem de participar na gincana.
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Queridos amigos.
A Equipa no nosso/vosso “O Ikariano”, deseja a todos que fazem parte desta grande família Ikariana, assim como a todos os respectivos familiares e amigos, umas Festas felizes, com muitas prendas, pitéus, doces e bebidas boas.
O jornal foi feito para todos vós, com muito carinho e algumas horas a pensar e a escrever. Não deixem de o merecer.
Mas não queremos deixar de agradecer:
- A quem nos ajudou a corrigir qualquer erro enquanto projectávamos o Jornal, em especial à nossa COMA Pinky que até nos obteve as premiações apresentadas.
- Ao Pedro Lucio que foi incansável na apresentação de algumas imagens e fontes decorativas, alterando e corrigindo-as para que ficassem com a melhor apresentação possível. Sem a sua ajuda não teríamos um “O Ikariano “ tão colorido.
- E da minha parte, um agradecimento especial ao LucasNZL , por ter abraçado desde o inicio o desafio de fazer parte da redacção do jornal. Sem a colaboração dele o jornal não teria sido possível. Ele soube como ninguém, dar ao que escreveu, aquele jeitinho que só os brasileiros sabem e têm.
Bem hajam todos e


megar
Redactora
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Palavras cruzadas, quem não conhece? Dispensa apresentação.
Horizontais:
1 – Malvada (inv.); Mamífero que vive a maior parte do tempo dentro de água, de pele grossa e nua, patas e cauda
curtas, cabeça grande e focinho largo.
2 – Que tem ordem; Chamamento da avó / avô, por crianças pequenas (inv.).
3 – Verificação, prova; Registo.
4 – Nota musical; Estás; Unidade fundamental da matéria.
5 – Expressão imitativa de campainha e do som metálico de moedas; Soldado que desempenha uma variedade de tarefas,entre as quais, as acções de minagem e desminagem.
6 – Expressão usada para chamar a atenção; A autora desta matéria.
7 – Ruído contínuo produzido pelos felinos (inv.); É infiel.
8 – Magoar; Objecto com que se procura manter a saída de líquido de uma cavidade para o exterior; Oferece.
9 – Sincero, honesto; Que não tem.
10 – Cair, desabar; Contrário, inimigo.
11 – Solitário; Cantor, cançonetista.
12 – Unir, costurar; Reza; Interjeição de chamamento.
13 – Graça, piada; Linguagem grosseiraVerticais:
1 – Capital dos Países baixos; Aqui.
2 – Molusco bivalve consumido como alimentação; A gente (inv.).
3 – Forma informal de “está”; Quadro psiquiátrico que se caracteriza por dificuldades de adaptação por parte de umindivíduo
4 – Ser humano masculino; Décima sétima letra do alfabeto grego (inv.); Forma do verbo dar (inv.).
5 – Caminhais, andais; Abreviatura de senhor (em inglês); Obra composta de folhas de papel encadernadas e com umacapa.
6 – Proporção numérica definida pela relação entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro; Caminho,trilha (em espanhol).
7 – Vazio, cavado; Neste momento; Filtra.
8 – Poeira; Adornar, enfeitar.
9 – Amarrar; Espessamento da pele causado por algum atrito contínuo (inv.).
10 – Pequeno bolo em forma de rosca, feito de massa frita com cobertura doce (inv.); 1ª. Pessoa do singular dopretérito perfeito do indicativo do verbo “tossir”.
11 – Detergente em pó muito antigo e ainda em uso: Decifraste (inv.).
12 – Dispositivo que converte outras formas de energia em energia mecânica; Reconhecia, aceitava.
13 – A origem; Rua, caminho; Além.
megar
Redactora
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Sudoku é um Quebra-cabeças e onde o objectivo é preencher uma grelha com 9 linhas na horizontal e 9 linhas na vertical e onde cada bloco 3x3 tem todos os algarismos de 1 a 9, sem repetições tanto no mesmo bloco como nas linhas vertical e horizontal.O jogo começa com o auxílio de alguns números (que dependem se o jogo é fácil, médio ou difícil).
Então, apresento-vos um que eu considero fácil/médio.

megar
Redactora
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O nosso amiguinho Papai Noel / Pai Natal, fez-nos uma visita e percorreu todo o Fórum, espalhando presentes por todo o lado. Vamos ver quem consegue achar mais presentes?

megar
Redactora
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Natal é uma época de tradições.
Mas porque não inventar um pouco e introduzir uma ou outra alteração?
Estou a referir-me ao prato tradicional por excelência de um grande número de famílias, no jantar da Consoada – Bacalhau com todos.
Ao tradicional Bacalhau com batatas, cenouras, couve portuguesa (também chamada couve tronchuda, couve galega ou penca) e ovos cozidos, resolvi fazer umas pequenas alterações.
Assim, eis como eu alterei:
Num tacho com água a ferver, coloquei o bacalhau – 3 a 5 minutos (cuidado com o sal se o bacalhau não estiver suficientemente remolhado)
Retirei o bacalhau com uma escumadeira e deixei arrefecer e na mesma água coloquei as batatas cortadas em quartos, as cenouras em rodelas grossas e os ovos.
Entretanto desfiei o bacalhau em lascas grossas e juntei as batatas e as cenouras. Envolvi tudo e reservei. Deitei a água fora.
No mesmo tacho, coloquei azeite que desse para temperar as batatas e o bacalhau. Juntei uma folha de louro, uma cebola cortada em meias-luas e uns poucos de dentes de alho picadinhos.
Quando a cebola e o alho começaram a alourar, juntei uma embalagem de couve portuguesa, cortada em caldo verde e salteei. Para não ter que por sal na couve, juntei um caldo de galinha e um pouco de pimenta.
Reguei todo o preparado anterior com a couve salteada (espalhei bem para cobrir o preparado do bacalhau, baratas e cenouras) e decorei com os ovos cortados às rodelas e azeitonas pretas.
Obs: também já fiz utilizando couve lombarda cortada em juliana. E também já fiz acrescentando grão ao 1º preparado. O resto fiz igual.
Então que me dizem, vão experimentar? Não é que fique melhor ou pior que o método tradicional. Mas fica diferente e muito bom.
E o que eu poupei em loiça para lavar !!!
megar
Redactora -


Que ao redor de todo o mundo, não faltam amantes de Dionísio, todos sabemos.
Mas como se faz esse néctar, poucos sabem. Sim, porque não basta esborrachar as uvas. Por mais simples que seja o processo, sempre tem alguns passos que não se podem descartar. E eu já assisti a todos eles.
Na aldeia onde nasci, a mesma dos meus pais, avós, bisavós e por aí fora, cada família tinha o seu bocado de terra, onde cultivava praticamente tudo o que necessitava. Excepto uma ou outra família, os ricos da Aldeia, todas as outras viviam com muito trabalho, do que dava a terra. As famílias eram por norma bastante numerosas, portanto não faltavam braços para trabalhar, nem serviço para fazer.
Os rapazes só saíam de casa para o serviço militar e as meninas para casar. E assim aconteceu com os meus pais. Acabado o serviço militar, o meu pai ingressou na polícia, foi viver com a minha mãe para Lisboa e quando eu tinha 9 anos fomos para Luanda.
Antes de Angola se tornar independente, todos os funcionários oriundos de Portugal, tinham direito a uma vinda a Portugal de 4 em 4 ou de 5 em 5 anos.
E foi assim que, quando eu tinha 14 anos, os meus pais vieram a Portugal, e eu com eles, claro.
Quando começaram as aulas, eu tive que ficar em casa de uns tios, mas na altura ainda estava de férias e ficámos na Terra, em casa dos meus avós maternos.
E aqui está onde eu quero chegar:

Chegou a altura das vindimas. Toda a família presente participa em cortar os cachos de uva e ir pondo em grandes cestos de verga.
A minha avó ia escolhendo os cachos melhores, para pendurar em casa e irmos comendo. As uvas assim, vão murchando a pouco e pouco até ficarem passas. Mas claro, as uvas não chegavam a ser passas porque já estavam comidas. Se ficassem dentro de um recipiente, abafavam, criavam bolor e deitavam-se fora.
Acabada a vindima, no próprio dia ou no seguinte, fazia-se o vinho. Não era esse vinho sofisticado com inclusão disto e daquilo, que custa os olhos da cara, mas sim o mais simples que não deixava de ser saboroso. E então é assim:
O meu pai e o meu avô, já com bastante antecedência, tinham feito um bom tanque em cimento (lagar), para na altura própria fazerem aí o vinho.
Assim as uvas foram esmigalhadas com as mãos para o lagar. Na minha Terra usava-se esborrachar as uvas dentro de tabuleiros (Ciranda) em que o fundo é uma grade. Há muitos agricultores que ainda usam um método tradicional de esmigalharem as uvas com os pés, outros aderiram ao mais moderno, utilizando prensas ou outros mecanismos.
Uma ciranda
Muito parecida com a do meu avô
Tarefa acabada, há que aguardar até 4 ou 5 semanas dependendo do tipo de vinho que se quer. Nesta etapa, o açúcar das uvas é transformado em álcool por leveduras.
No processo seguinte, é separado o líquido das partes sólidas da uva (sementes, cascas e pés). O meu pai e avô, puseram uma torneira com uma rede no fundo do lagar e à saída fizeram um pequeno poço onde cabia uma vasilha. Assim estava mais facilitada a separação do líquido, do resto.
Mas ainda não temos o vinho bebível. Seguidamente, o vinho tem que envelhecer. Como a produção familiar era pequena, esta etapa era mesmo feita em pequenos barris e por fim o vinho era engarrafado.
Separado o líquido do resto (mosto), o que fazer a este mosto?
Já previamente acordado com o dono do alambique da Aldeia, o mosto é levado para o alambique. Não sabem o que é um alambique? Alambique é um equipamento que serve para destilar compostos. É formado por uma caldeira tendo por baixo um local para por lenha, um tubo e uma serpentina que está dentro de um pequeno tanque e que tem no fim, uma saída. Não sei se expliquei bem, mas:
Caldeira é onde se põe o mosto
Tubo e serpentina –A caldeira é ligada à serpentina por um tubo. A serpentina corre dentro de um pequeno tanque cheio de água e que termina por uma ponta aberta, onde se recolhe o destilado.
Ao aquecer o mosto que está dentro da caldeira, os produtos mais voláteis evaporam-se e seguem para a serpentina que, devido à água fria se condensam, saindo pelo tubo final, onde é recolhido. Este líquido é a famosa Aguardente.
A primeira Aguardente que sai, é forte e vai ficando mais fraca à medida que o processo avança. Geralmente não se misturam, a que sai primeiro é separada da que sai mais no fim.
E chegámos à Jeropiga, essa bebida docinha, tão boa para acompanhar castanhas assadas.
Ora, quando se está a esmigalhar as uvas, o líquido é sumo de uva (lógico). Nesta fase, separa-se a quantidade de sumo que se quer para fazer a jeropiga e mistura-se aguardente. Não sei as proporções que se usam de cada bebida. A esta operação chama-se “abafar”. Só muito mais tarde é que soube porque há vinhos abafados e o porquê. Portanto, creio que os licores são vinhos abafados e porque são docinhos – o mosto não chega a fermentar pela diluição com a aguardente.
E pronto – creio que apesar da minha má explicação, consegui transmitir a diferença entre estes 3 néctares.
///x\\\E já que estou em maré de recordações, vou contar-vos uma pequena história. Lembram-se de eu ter dito que tinha 14 anos quando assisti a tudo isto?
Pois, no dia em que a família foi ajudar o meu avô paterno a fazer o vinho, ao chegarmos a casa dele (no campo e que dista pouco mais de meia hora da povoação), o meu pai deu conta que tinha esquecido de levar a aguardente para fazer a jeropiga.
Era impensável abortar todo o serviço planeado. Então a solução: Eu ir à povoação buscar a aguardente em falta. E para não fazer duas caminhadas seguidas e ser mais rápido eu iria no burro.
Mas azar, o burro tinha ido carregado com os cântaros para levar o mosto para o alambique e como tal, não tinha levado albarda que se usa quando são pessoas que montam o burro (Albarda é o equivalente à sela, usada nos cavalos).
Não teve que enganar, montei o burro assim mesmo, em pelo, e lá fui eu a caminho do povoado. E fui recebida pelas risadas das vizinhas.

megar
Redactora
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Estamos num dos meses mais lindos, senão o mais lindo, do Ano.
É o Natal, época da troca de presentes, da montagem de Presépios e da Árvore de Natal, dos doces, da Missa do Galo e da reunião das famílias à volta de pitéus tradicionais.
É o mês do Pai Natal, aquele barrigudinho risonho, de longas barbas brancas.
Mas sabiam que o Pai Natal tem a sua Terra, onde vive todo o Ano, à excepção do Natal, quando no seu trenó, puxado por 9 renas, percorre o mundo inteiro distribuindo presentes?
Pois pois, o Pai Natal vive na Lapónia, uma região que abrange o Norte da Finlândia, Suécia, Noruega e Rússia e mais precisamente na Aldeia do Pai Natal em Rovaniemi (Capital da Lapónia) onde tem o seu lar, código postal e escritório. Aqui, com uma equipa de duendes, trabalha o ano inteiro com toda a energia e alegria, nas suas tarefas de Pai Natal. (Recebe a correspondência das crianças e adultos de todo o mundo e dá-lhes resposta)
megar
Redactora
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Recordando o passado
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Recordando o passado
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Abres uma Galeria da Aliança em Servidores e indicas o Servidor.
No 1º. post apresentas a tua Aliança e o tópico depois, serve para postarem os RCs das batalhas que forem fazendo.
Mas atenção que só podes abrir a Galeria se a Aliança tiver 10 membros ou mais e já tiver sido validada.
Segue os procedimentos indicados aqui:
megar
Moderadora
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Recordando o passado
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Recordando o passado
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Recordando o passado
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Recordando o passado
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Recordando o passado
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Creio que as contas movidas do cemitério não podem ir para servidores mais novos, se ficarem entre os primeiros 50.
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