O IKARIANO - Edição Dezembro/25 - Especial Natal [11]

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    Queridos leitores,


    Depois de pedir aquela aprovação oficial da nossa brilhante megar, estou de volta para reativar o jornal O IKARIANO justo na época em que tudo começa a piscar, tocar música aleatória e cheirar a comida boa por todos os cantos. O Natal tá batendo na porta e, mesmo quem finge que não liga, acaba entrando no clima de uma forma ou de outra, não é? É correria, é nostalgia, é aquele encontro marcado em cima da hora e aquela famosa piada do tio do pavê que sempre aparece no fim do ano.


    Natal é isso aí. A gente olha pra árvore, lembra de histórias antigas, já começa a pensar no que vai ter na ceia, inventa promessa nova pro ano que vem e tenta aproveitar um pouco da paz que essa época traz.


    Seja você do time que adora o Natal ou do time que só quer saber de deitar no sofá e assistir sua bela netflix, sempre rola aquele momento especial em família!


    Então é isso. Estou por aqui e aproveitei esse clima natalino pra dar uma renovação. Que esse final de ano traga leveza, boas risadas e um pouco de tranquilidade pra cada um de vocês!


    Nessa edição especial você verá também:


    - Curiosidades natalinas.

    - Como surgiu o famoso Papai Noel?

    - De onde veio a tradição da árvore de Natal?

    - Por que nós trocamos presentes?

    - Histórias engraçadas de Natal.

    - A história do presépio.

    - Momentos e reflexões.

    - Coisas que marcaram a infância.

    - Como o Natal muda conforme a gente cresce.

    - Reunião de família.

    - Músicas natalinas.

    - Comidas típicas de natal no Brasil

    - A Terra do Pai Natal (Papai Noel)

    - Recordando - Vinho, Aguardente e Jeropiga

    - Consoada - Inventando um pouco
    - Passatempos e Gincanas com direito a prêmios exclusivos para a comunidade brasileira! Participe!

    Com carinho,

    LucasNZL e megar

    Créditos: Em algumas decorações e nas Fontes de fantasia - Pedro Lucio


    Lembramos que podem comentar qualquer matéria no tópico dos comentários - O IKARIANO - Tópico de comentários


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  • Curiosidades natalinas


    GwkFT56.pngO Natal é cheio de coisas curiosas que a gente segue até hoje sem nem saber de onde vieram. Por exemplo, você sabia que a famosa árvore de Natal começou lá na Alemanha e virou tradição mundial porque o povo achava bonito enfeitar as casas com algo verde no inverno? Já o Papai Noel, que hoje em dia todo mundo imagina com roupa vermelha, só ficou assim por influência de propagandas antigas, mas ele já teve várias versões diferentes ao longo da história.


    Outra curiosidade é que a troca de presentes surgiu como forma de representar os presentes dos reis magos e acabou virando aquele momento caótico de amigo oculto que todo mundo conhece... Eu choro de rir só de lembrar quando ganhei um sonho de Valsa enquanto dei um cupom de R$ 50,00 para gastar no supermercado...


    As luzes de Natal também têm uma origem simbólica, representando esperança e luz espiritual, mas hoje em dia servem mais pra gente competir pra ver qual casa brilha mais na rua. E, claro, não dá pra esquecer a comida. Muita coisa típica do Natal em vários países não tem nada a ver com o clima do Brasil ou de lugares mais quentes, mas a gente abraçou mesmo assim. Afinal, quem liga se está calor? Sempre cabe um chocotone.

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    Como surgiu o famoso Papai Noel?


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    O Papai Noel que a gente conhece hoje é resultado de uma mistura de histórias ao longo de séculos. Tudo começa em São Nicolau, um bispo que viveu no século IV e era conhecido por ajudar crianças e pessoas pobres, deixando presentes anonimamente. Com o tempo, essa figura virou lenda em vários países.

    A parte divertida é que cada cultura transformou São Nicolau do seu jeito. Em alguns lugares ele era magro, em outros era meio sério e tinha até versão de roupa verde. O famoso visual vermelho e bem humorado ficou popular graças a ilustrações e propagandas do século XX, que ajudaram a espalhar essa imagem pelo mundo inteiro.


    O resultado foi essa figura que domina filmes, músicas e decoração. Mesmo sendo uma mistura de tradições e marketing, Papai Noel acabou virando símbolo de generosidade, magia e aquele clima gostoso de Natal que toda criança reconhece.

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    De onde veio a tradição da árvore de Natal?


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    A famosa árvore de Natal, que hoje ocupa a sala de praticamente todo mundo em dezembro, não nasceu por acaso. A tradição começou lá na Alemanha, quando as pessoas usavam árvores ou galhos verdes dentro de casa para simbolizar vida, esperança e renovação durante o inverno. Era uma forma de lembrar que, mesmo com frio e escuridão, a natureza voltaria a florescer. (eu pesquisei)


    Com o passar do tempo, as pessoas começaram a enfeitar essas árvores com frutas, nozes e velas. Mais tarde vieram os enfeites brilhantes, bolinhas coloridas e luzes elétricas. A moda pegou tão forte que se espalhou pela Europa, depois pelos Estados Unidos e, claro, pelo resto do mundo.


    Hoje em dia, não importa se a árvore é natural, artificial, pequena, gigante, colorida ou minimalista. O clima é o mesmo: montar a árvore virou aquele ritual que marca oficialmente o início do Natal.

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    Por que nós trocamos presentes?


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    A troca de presentes no Natal não começou como uma desculpa pra gente correr atrás de promoção. A ideia original vem dos famosos três reis magos, que levaram ouro, incenso e mirra para Jesus. Esses presentes simbolizavam respeito, homenagem e carinho, e isso acabou evoluindo para o costume de presentear quem a gente gosta.


    Com o tempo, diferentes culturas foram adicionando seus próprios jeitos de dar presentes. Em alguns lugares isso acontecia para celebrar a generosidade de São Nicolau, aquele bispo que inspirou o Papai Noel. Em outros, era uma forma de desejar prosperidade pro ano seguinte.


    Hoje, a tradição ganhou um lado mais moderno e cheio de embalagem bonita, mas o coração da ideia continua o mesmo. No fundo, presentear é só um jeito de mostrar afeto, lembrar da pessoa e colocar um pouquinho do espírito natalino em prática. Mesmo que o presente seja simples, é o gesto que vale!!!


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    Histórias engraçadas de Natal


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    Natal sempre rende umas histórias que ninguém esquece. Tem aquela clássica do tio que faz a piada do pavê. Ou a pessoa que passa meia hora tirando foto da família inteira na frente da árvore… Outra cena comum é o amigo oculto. Sempre tem alguém que esquece o presente, alguém que compra algo totalmente nada a ver e alguém que tenta disfarçar que tirou a mesma pessoa do ano passado. Sem contar os embrulhos esquisitos que deixam todo mundo confuso, tipo uma caixa gigante com um presente minúsculo dentro. E claro, quem nunca montou a árvore com toda dedicação e, no dia seguinte, ouviu o barulho dela tombando porque o gato decidiu escalar? Ou aquele pisca-pisca que funciona perfeitamente até a hora em que todo mundo chega, e aí resolve apagar como se tivesse vida própria kkk


    No fim das contas, são justamente esses perrengues que deixam o Natal ainda mais divertido e rendem histórias pra contar nos próximos anos. É quase uma tradição.

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    A história do presépio


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    O presépio, esse cenário fofo e cheio de detalhes que muita gente monta em casa no Natal, tem uma história bem legal por trás. Ele surgiu lá no século XIII com São Francisco de Assis, que queria mostrar às pessoas, de um jeito simples e visual, como tinha sido o nascimento de Jesus. A ideia era recriar a cena com animais, uma manjedoura e pessoas comuns, pra todo mundo entender que Jesus veio ao mundo de forma humilde.


    A primeira montagem foi feita ao ar livre, com pessoas e animais de verdade, como se fosse uma encenação. A galera gostou tanto que a tradição começou a se espalhar. Com o tempo, o presépio passou a ser feito com figuras de barro, madeira, cerâmica e, mais tarde, os bonequinhos que a gente conhece hoje.

    Cada país acabou criando seu próprio estilo. Mas todos contam a mesma história: a noite do nascimento de Jesus, com Maria, José, o menino na manjedoura, os pastores, os anjos e, claro, os três reis magos chegando com presentes.


    No fim, o presépio virou aquele cantinho especial que lembra a parte mais simbólica do Natal, do jeitinho que São Francisco queria: simples, bonito e cheio de significado.

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    Momentos e reflexões


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    Eu deveria ter tirado mais fotos.


    Estava escutando uma música mês passado. A foto da capa parecia ter sido tirada no quintal de qualquer casa da América Latina, com nosso chão de cimento gasto, as cadeiras de plástico, uma mesa improvisada coberta por uma toalha estampada. É uma associação direta com um domingo em família, uma festa em casa, aquele momento em que o tempo desacelera e todo mundo parece se reconhecer. Aquela cena poderia estar em qualquer lugar do nosso continente: duas cadeiras no quintal, um pé de bananeira ao fundo e o chão de terra meio irregular... Simples, comum e ainda assim cheia de história.


    É o tipo de imagem que desperta lembrança.


    Lembra domingo de sol, churrasco improvisado, criança correndo descalça e gente conversando alto.

    Lembra o som das panelas, o ventilador lutando contra o calor e aquele tio que sempre chega com uma piada pronta.


    Nos álbuns antigos da minha família, quase todas as fotos são assim. O fundo do quintal da casa da minha avó, a mesa coberta de pratos diferentes, as mesmas cadeiras em volta. E nós, sempre os mesmos, ainda que o tempo tenha mudado um pouco cada rosto. Às vezes, eu penso que devia ter tirado mais fotos. Porque se tivesse, em todas elas estaríamos ali, sentados nas mesmas cadeiras, rindo das mesmas coisas, cercados pelo mesmo barulho de vida.


    Quando chega o Natal, esse sentimento parece ganhar ainda mais força, né? É a época em que as luzes piscam, as músicas tocam baixinho e o cheiro de comida enche a casa inteira. É quando a gente sente saudade de quem já se foi, de quem mora longe, e de nós mesmos em versões mais simples.

    Nosso Natal não tem neve nem lareira. Tem cheiro de terra molhada, barulho de cigarra, sobremesa gelada e risada espalhada pelo quintal. Tem mesa cheia, abraço apertado e aquele desejo sincero de que o ano que vem traga paz, saúde e mais momentos assim.


    A cadeira pode até mudar, mas o sentimento é o mesmo. É único, compartilhado e inconfundivelmente nosso. Como é bom ser brasileiro, sentir o calor das pessoas e saber que, mesmo longe, todos nós entendemos o que essa cena significa.


    Porque o Natal, no fim das contas, é isso: lembrar, sentir e estar junto, mesmo quando não dá pra estar. É o amor que resiste ao tempo, ao silêncio e à distância.

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    Coisas que marcaram a infância


    Natal tem aquele poder de trazer memórias da infância que nunca saem da cabeça. Tem gente que lembra da ansiedade de acordar cedo e correr pra ver se o presente do Papai Noel estava debaixo da árvore. Outros lembram das decorações da casa da avó, das luzinhas piscando e do cheiro de comida boa que tomava conta da cozinha.


    Muita gente lembra de pequenas tradições que pareciam gigantes na época, como ajudar a montar a árvore, pendurar enfeites ou esperar a ceia ficar pronta enquanto a família conversava e ria na sala. Também tem aqueles perrengues que viram histórias engraçadas depois, tipo derrubar a árvore ou quebrar algum enfeite.


    No fim, essas lembranças mostram que, mais do que presentes ou decoração, o Natal da infância era sobre momentos simples, risadas e aquela sensação de magia que faz a gente voltar no tempo só de pensar.

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    Como o Natal muda conforme a gente cresce


    O Natal da infância é cheio de expectativa, ansiedade pelos presentes e aquela sensação de magia que parece que vai durar pra sempre. A gente acordava cedo, corria pra ver a árvore, contava quantas luzinhas piscavam e imaginava o Papai Noel chegando durante a noite.


    Conforme a gente cresce, a visão muda um pouco. Os presentes continuam legais, mas passam a ser menos importantes do que estar junto de quem a gente gosta. A correria aumenta, porque tem ceia pra preparar, família pra visitar e amigos pra encontrar. Mas, ao mesmo tempo, a gente começa a perceber o valor das conversas, das risadas, dos abraços que duram mais do que qualquer presente.


    A magia do Natal não desaparece, ela só muda de forma. Antes era surpresa e expectativa, agora é acolhimento, lembrança e aquele sentimento bom de fechar o ano com pessoas queridas. No fundo, continua sendo uma época especial, só que a gente começa a enxergar o lado mais profundo da festa.

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    Reunião de família


    Se tem uma coisa que define o Natal, é a reunião de família. É aquele momento que a gente espera o ano inteiro, mesmo sabendo que sempre rola algum climão ou confusão. Tem a galera que chega atrasada, a pessoa que exagera na comida, o tio que conta a mesma piada há dez anos e, claro, as crianças correndo pra todo lado.


    Mas é justamente isso que faz o Natal ser especial. Mesmo com as pequenas tretas, as conversas engraçadas, os abraços apertados e as histórias repetidas criam memórias que ficam pra sempre. É tempo de se reconectar, matar a saudade de quem a gente não vê todo dia e valorizar aqueles momentos simples que acabam sendo os mais importantes.


    No fim, não importa se a família é grande, pequena, barulhenta ou quieta. O que vale é estar junto, rir, comer um pouco demais e aproveitar cada segundo desse clima único de Natal.


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    Músicas natalinas


    O Natal no Brasil tem um clima diferente do que a gente vê nos filmes gringos, mas as músicas ajudam a entrar no espírito da festa. Tem clássicos que todo mundo conhece, como Noite Feliz, que virou quase um hino universal, e outras canções tradicionais que misturam alegria e fé.


    Além dos clássicos religiosos, o brasileiro também inventou aquelas músicas animadas que todo mundo canta na hora da ceia. Tem as marchinhas natalinas, os corais nas igrejas e até aquelas músicas mais modernas que a galera coloca pra tocar enquanto monta a árvore ou enfeita a casa.


    No fim, a música é parte do Natal brasileiro do jeito que a gente gosta: mistura de tradição, festa, emoção e aquele calor humano que faz a gente cantar junto, rir e lembrar que essa época é sobre estar perto de quem a gente gosta.

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    Comidas típicas de Natal no Brasil


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    Se tem uma coisa que não falta no Natal brasileiro, é comida boa!!!! A mesa é praticamente um festival de sabores, cheia de pratos que a gente espera o ano inteiro. O peru assado é quase obrigatório. Tem o chester, o tender, a carne de porco e até o bacalhau à moda portuguesa pra quem segue a tradição mais clássica.


    Os acompanhamentos também roubam a cena. Arroz com passas (eca), farofa recheada com frutas secas e bacon, salpicão de frango ou de legumes, maionese de batata e lentilha são presença garantida na maioria das casas. Tem gente que ainda aposta em batatas assadas, gratinadas e linguiças defumadas pra deixar a mesa completa. E claro, a parte doce não poderia faltar. Panetone, chocotone, rabanada, pudim de leite condensado, brigadeiro, beijinho e frutas cristalizadas fazem qualquer um suspirar. Cada família tem suas receitas especiais, passadas de geração em geração.


    No fim, o legal do Natal brasileiro é essa mistura de sabores. A comida é parte da festa, faz a gente se reunir, provar de tudo, rir das histórias da família e entrar de vez no clima natalino. Não importa se é clássico ou inventado, o importante é que a mesa esteja cheia e o espírito de celebração presente em cada garfada.

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    Estamos num dos meses mais lindos, senão o mais lindo, do Ano.


    É o Natal, época da troca de presentes, da montagem de Presépios e da Árvore de Natal, dos doces, da Missa do Galo e da reunião das famílias à volta de pitéus tradicionais.


    É o mês do Pai Natal, aquele barrigudinho risonho, de longas barbas brancas.


    Mas sabiam que o Pai Natal tem a sua Terra, onde vive todo o Ano, à excepção do Natal, quando no seu trenó, puxado por 9 renas, percorre o mundo inteiro distribuindo presentes?


    Pois pois, o Pai Natal vive na Lapónia, uma região que abrange o Norte da Finlândia, Suécia, Noruega e Rússia e mais precisamente na Aldeia do Pai Natal em Rovaniemi (Capital da Lapónia) onde tem o seu lar, código postal e escritório. Aqui, com uma equipa de duendes, trabalha o ano inteiro com toda a energia e alegria, nas suas tarefas de Pai Natal. (Recebe a correspondência das crianças e adultos de todo o mundo e dá-lhes resposta)




    megar

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    Que ao redor de todo o mundo, não faltam amantes de Dionísio, todos sabemos.


    Mas como se faz esse néctar, poucos sabem. Sim, porque não basta esborrachar as uvas. Por mais simples que seja o processo, sempre tem alguns passos que não se podem descartar. E eu já assisti a todos eles.


    Na aldeia onde nasci, a mesma dos meus pais, avós, bisavós e por aí fora, cada família tinha o seu bocado de terra, onde cultivava praticamente tudo o que necessitava. Excepto uma ou outra família, os ricos da Aldeia, todas as outras viviam com muito trabalho, do que dava a terra. As famílias eram por norma bastante numerosas, portanto não faltavam braços para trabalhar, nem serviço para fazer.


    Os rapazes só saíam de casa para o serviço militar e as meninas para casar. E assim aconteceu com os meus pais. Acabado o serviço militar, o meu pai ingressou na polícia, foi viver com a minha mãe para Lisboa e quando eu tinha 9 anos fomos para Luanda.


    Antes de Angola se tornar independente, todos os funcionários oriundos de Portugal, tinham direito a uma vinda a Portugal de 4 em 4 ou de 5 em 5 anos.


    E foi assim que, quando eu tinha 14 anos, os meus pais vieram a Portugal, e eu com eles, claro.


    Quando começaram as aulas, eu tive que ficar em casa de uns tios, mas na altura ainda estava de férias e ficámos na Terra, em casa dos meus avós maternos.


    E aqui está onde eu quero chegar:


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    Chegou a altura das vindimas. Toda a família presente participa em cortar os cachos de uva e ir pondo em grandes cestos de verga.


    A minha avó ia escolhendo os cachos melhores, para pendurar em casa e irmos comendo. As uvas assim, vão murchando a pouco e pouco até ficarem passas. Mas claro, as uvas não chegavam a ser passas porque já estavam comidas. Se ficassem dentro de um recipiente, abafavam, criavam bolor e deitavam-se fora.


    Acabada a vindima, no próprio dia ou no seguinte, fazia-se o vinho. Não era esse vinho sofisticado com inclusão disto e daquilo, que custa os olhos da cara, mas sim o mais simples que não deixava de ser saboroso. E então é assim:


    O meu pai e o meu avô, já com bastante antecedência, tinham feito um bom tanque em cimento (lagar), para na altura própria fazerem aí o vinho.


    Assim as uvas foram esmigalhadas com as mãos para o lagar. Na minha Terra usava-se esborrachar as uvas dentro de tabuleiros (Ciranda) em que o fundo é uma grade. Há muitos agricultores que ainda usam um método tradicional de esmigalharem as uvas com os pés, outros aderiram ao mais moderno, utilizando prensas ou outros mecanismos.


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    Uma ciranda

    Muito parecida com a do meu avô

    Tarefa acabada, há que aguardar até 4 ou 5 semanas dependendo do tipo de vinho que se quer. Nesta etapa, o açúcar das uvas é transformado em álcool por leveduras.


    No processo seguinte, é separado o líquido das partes sólidas da uva (sementes, cascas e pés). O meu pai e avô, puseram uma torneira com uma rede no fundo do lagar e à saída fizeram um pequeno poço onde cabia uma vasilha. Assim estava mais facilitada a separação do líquido, do resto.


    Mas ainda não temos o vinho bebível. Seguidamente, o vinho tem que envelhecer. Como a produção familiar era pequena, esta etapa era mesmo feita em pequenos barris e por fim o vinho era engarrafado.


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    Separado o líquido do resto (mosto), o que fazer a este mosto?


    Já previamente acordado com o dono do alambique da Aldeia, o mosto é levado para o alambique. Não sabem o que é um alambique? Alambique é um equipamento que serve para destilar compostos. É formado por uma caldeira tendo por baixo um local para por lenha, um tubo e uma serpentina que está dentro de um pequeno tanque e que tem no fim, uma saída. Não sei se expliquei bem, mas:


    Caldeira é onde se põe o mosto


    Tubo e serpentina –A caldeira é ligada à serpentina por um tubo. A serpentina corre dentro de um pequeno tanque cheio de água e que termina por uma ponta aberta, onde se recolhe o destilado.


    Ao aquecer o mosto que está dentro da caldeira, os produtos mais voláteis evaporam-se e seguem para a serpentina que, devido à água fria se condensam, saindo pelo tubo final, onde é recolhido. Este líquido é a famosa Aguardente.


    A primeira Aguardente que sai, é forte e vai ficando mais fraca à medida que o processo avança. Geralmente não se misturam, a que sai primeiro é separada da que sai mais no fim.


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    E chegámos à Jeropiga, essa bebida docinha, tão boa para acompanhar castanhas assadas.


    Ora, quando se está a esmigalhar as uvas, o líquido é sumo de uva (lógico). Nesta fase, separa-se a quantidade de sumo que se quer para fazer a jeropiga e mistura-se aguardente. Não sei as proporções que se usam de cada bebida. A esta operação chama-se “abafar”. Só muito mais tarde é que soube porque há vinhos abafados e o porquê. Portanto, creio que os licores são vinhos abafados e porque são docinhos – o mosto não chega a fermentar pela diluição com a aguardente.


    E pronto – creio que apesar da minha má explicação, consegui transmitir a diferença entre estes 3 néctares.


    ///x\\\


    E já que estou em maré de recordações, vou contar-vos uma pequena história. Lembram-se de eu ter dito que tinha 14 anos quando assisti a tudo isto?


    Pois, no dia em que a família foi ajudar o meu avô paterno a fazer o vinho, ao chegarmos a casa dele (no campo e que dista pouco mais de meia hora da povoação), o meu pai deu conta que tinha esquecido de levar a aguardente para fazer a jeropiga.


    Era impensável abortar todo o serviço planeado. Então a solução: Eu ir à povoação buscar a aguardente em falta. E para não fazer duas caminhadas seguidas e ser mais rápido eu iria no burro.


    Mas azar, o burro tinha ido carregado com os cântaros para levar o mosto para o alambique e como tal, não tinha levado albarda que se usa quando são pessoas que montam o burro (Albarda é o equivalente à sela, usada nos cavalos).


    Não teve que enganar, montei o burro assim mesmo, em pelo, e lá fui eu a caminho do povoado. E fui recebida pelas risadas das vizinhas.

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    Natal é uma época de tradições.


    Mas porque não inventar um pouco e introduzir uma ou outra alteração?


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    Estou a referir-me ao prato tradicional por excelência de um grande número de famílias, no jantar da Consoada – Bacalhau com todos.


    Ao tradicional Bacalhau com batatas, cenouras, couve portuguesa (também chamada couve tronchuda, couve galega ou penca) e ovos cozidos, resolvi fazer umas pequenas alterações.


    Assim, eis como eu alterei:


    Num tacho com água a ferver, coloquei o bacalhau – 3 a 5 minutos (cuidado com o sal se o bacalhau não estiver suficientemente remolhado)


    Retirei o bacalhau com uma escumadeira e deixei arrefecer e na mesma água coloquei as batatas cortadas em quartos, as cenouras em rodelas grossas e os ovos.


    Entretanto desfiei o bacalhau em lascas grossas e juntei as batatas e as cenouras. Envolvi tudo e reservei. Deitei a água fora.


    No mesmo tacho, coloquei azeite que desse para temperar as batatas e o bacalhau. Juntei uma folha de louro, uma cebola cortada em meias-luas e uns poucos de dentes de alho picadinhos.


    Quando a cebola e o alho começaram a alourar, juntei uma embalagem de couve portuguesa, cortada em caldo verde e salteei. Para não ter que por sal na couve, juntei um caldo de galinha e um pouco de pimenta.


    Reguei todo o preparado anterior com a couve salteada (espalhei bem para cobrir o preparado do bacalhau, baratas e cenouras) e decorei com os ovos cortados às rodelas e azeitonas pretas.


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    Obs: também já fiz utilizando couve lombarda cortada em juliana. E também já fiz acrescentando grão ao 1º preparado. O resto fiz igual.


    Então que me dizem, vão experimentar? Não é que fique melhor ou pior que o método tradicional. Mas fica diferente e muito bom.


    E o que eu poupei em loiça para lavar !!!

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    O nosso amiguinho Papai Noel / Pai Natal, fez-nos uma visita e percorreu todo o Fórum, espalhando presentes por todo o lado. Vamos ver quem consegue achar mais presentes?



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    Sudoku é um Quebra-cabeças e onde o objectivo é preencher uma grelha com 9 linhas na horizontal e 9 linhas na vertical e onde cada bloco 3x3 tem todos os algarismos de 1 a 9, sem repetições tanto no mesmo bloco como nas linhas vertical e horizontal.

    O jogo começa com o auxílio de alguns números (que dependem se o jogo é fácil, médio ou difícil).

    Então, apresento-vos um que eu considero fácil/médio.




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    Ex-Redactora do Papyrus /\ Ex-Super Game Operator on Ikariam.Pt /\ Moderator on Ikariam.Br /\ Redactora d'O Ikariano

    megar - Em jeito de APRESENTAÇÃO e recordações


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    Palavras cruzadas, quem não conhece? Dispensa apresentação.



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    Horizontais:


    1 – Malvada (inv.); Mamífero que vive a maior parte do tempo dentro de água, de pele grossa e nua, patas e cauda

    curtas, cabeça grande e focinho largo.


    2 – Que tem ordem; Chamamento da avó / avô, por crianças pequenas (inv.).


    3 – Verificação, prova; Registo.


    4 – Nota musical; Estás; Unidade fundamental da matéria.


    5 – Expressão imitativa de campainha e do som metálico de moedas; Soldado que desempenha uma variedade de tarefas,

    entre as quais, as acções de minagem e desminagem.


    6 – Expressão usada para chamar a atenção; A autora desta matéria.


    7 – Ruído contínuo produzido pelos felinos (inv.); É infiel.


    8 – Magoar; Objecto com que se procura manter a saída de líquido de uma cavidade para o exterior; Oferece.


    9 – Sincero, honesto; Que não tem.


    10 – Cair, desabar; Contrário, inimigo.


    11 – Solitário; Cantor, cançonetista.


    12 – Unir, costurar; Reza; Interjeição de chamamento.


    13 – Graça, piada; Linguagem grosseira


    Verticais:


    1 – Capital dos Países baixos; Aqui.


    2 – Molusco bivalve consumido como alimentação; A gente (inv.).


    3 – Forma informal de “está”; Quadro psiquiátrico que se caracteriza por dificuldades de adaptação por parte de um

    indivíduo


    4 – Ser humano masculino; Décima sétima letra do alfabeto grego (inv.); Forma do verbo dar (inv.).


    5 – Caminhais, andais; Abreviatura de senhor (em inglês); Obra composta de folhas de papel encadernadas e com uma

    capa.


    6 – Proporção numérica definida pela relação entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro; Caminho,

    trilha (em espanhol).


    7 – Vazio, cavado; Neste momento; Filtra.


    8 – Poeira; Adornar, enfeitar.


    9 – Amarrar; Espessamento da pele causado por algum atrito contínuo (inv.).


    10 – Pequeno bolo em forma de rosca, feito de massa frita com cobertura doce (inv.); 1ª. Pessoa do singular do

    pretérito perfeito do indicativo do verbo “tossir”.


    11 – Detergente em pó muito antigo e ainda em uso: Decifraste (inv.).


    12 – Dispositivo que converte outras formas de energia em energia mecânica; Reconhecia, aceitava.


    13 – A origem; Rua, caminho; Além.


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    megar

    Redactora

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    We are nothing but the ashes of Stars, long since blotted out in Time

    I have no enemies, I have angry fans

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  • Obrigado, Megar, por compartilhar os passatempos desta edição especial! 🎄✨


    A nossa gincana de Natal está oficialmente aberta!


    Três desafios especiais já estão à sua espera, prontos para testar o seu raciocínio e espírito competitivo.


    Período do evento:

    09/12/2025 até 26/12/2025 às 23:59:59 (CET Game)


    Divulgação do vencedor:

    27/12/2025 às 12:00:00 (CET Game)


    Boa sorte a todos!


    Como Participar do Desafio Palavras Cruzadas:

    1. Visualize a imagem do desafio Palavras Cruzadas no post acima.

    2. Resolva o quebra-cabeça e encontre todas as palavras cruzadas da edição.

    2.1 Dica: Copie o quadro em excel e faça um print para colar nas respostas

    3. Seja rápido na resolução! O primeiro jogador que responder corretamente receberá 10 pontos, o 2o - 9 pontos, o 3o - 8 pontos, o 4o - 7 pontos, o 5o - 6 pontos, o 6o - 5 pontos, o 7o - 4 pontos, o 8 lugar - 3 pontos, o 9o - 2 pontos e os demais 1 ponto cada.
    4. Envie a sua resposta no email do Ikariam Brasil -> eventos@br.ikariam.com


    Como Participar do Desafio Sudoku:

    1. Visualize a imagem do desafio Sudoku no post acima.

    2. Execute o quebra-cabeça e encontre todos os algarismos..

    2.1 Dica: Copie o quadro em excel e faça um print para colar nas respostas

    3. Seja rápido na resolução! O primeiro jogador que responder corretamente receberá 10 pontos, o 2o - 9 pontos, o 3o - 8 pontos, o 4o - 7 pontos, o 5o - 6 pontos, o 6o - 5 pontos, o 7o - 4 pontos, o 8 lugar - 3 pontos, o 9o - 2 pontos e os demais 1 ponto cada.
    4. Envie a sua resposta no email do Ikariam Brasil -> eventos@br.ikariam.com


    Como Participar do desafio Encontre os Presentes no fórum do Ikariam Brasil:

    1. Encontre os presentes de Natal espalhados pelo fórum do Ikariam Brasil.

    2. Copie os links das publicações onde você localizou os presentes.

    3. Os jogadores terão até o dia 26/12 para localizar os presentes distribuídos no evento.

    4. Envie todos o links que você encontrou no email do Ikariam Brasil -> eventos@br.ikariam.com

    5. Cada presente encontrado lhe dará 1 ponto geral!


    Regulamento:


    Para melhor organização, o jogador deverá enviar um e-mail separado para cada gincana. A ausência de qualquer uma das informações solicitadas poderá resultar no descarte da participação.


    E não se esqueça: quanto maior o número de passatempos em que participar, maior será a sua pontuação!


    As respostas devem ser enviadas exclusivamente por e-mail.


    No e-mail, o participante deverá obrigatoriamente incluir:

    1. Servidor em que joga;
    2. Nickname no jogo;
    3. Respostas das Palavras Cruzadas (Vertical e Horizontal) ou;
    4. Respostas do Sudoku ou;
    5. Localização dos presentes encontrados;


    Ao final do evento, os pontos dos três passatempos serão somados, e o top 3 jogadores que acumularem mais pontos serão os vencedores da Edição Especial de Natal 2025.


    Classificação Final:


    A classificação geral dos pontos será divulgada no dia 27/12/2025 às 12:00:00 CET no fórum.


    Os 3 vencedores serão notificados por meio de uma resposta ao e-mail enviado e também terão seus nicknames divulgados na Lista dos Vencedores dos Eventos BR. Após isso, o prêmio será entregue no prazo de até 7 dias.


    Premiação:


    1o lugar - Cupom de 10€ e Rank Title personalizado a escolha do jogador;

    2o lugar - Cupom de 5€;

    3o lugar - Cupom de 3€.


    Atenção!!


    Para garantir transparência e imparcialidade no evento, membros da equipe do fórum, moderadores, administradores e quaisquer colaboradores envolvidos na organização desta edição poderão participar das gincanas, mas não poderão concorrer ao prêmio final. A participação é, exclusivamente, destinada aos demais usuários da comunidade brasileira/portuguesa.

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    Queridos amigos.


    A Equipa no nosso/vosso “O Ikariano”, deseja a todos que fazem parte desta grande família Ikariana, assim como a todos os respectivos familiares e amigos, umas Festas felizes, com muitas prendas, pitéus, doces e bebidas boas.


    O jornal foi feito para todos vós, com muito carinho e algumas horas a pensar e a escrever. Não deixem de o merecer.


    Mas não queremos deixar de agradecer:


    - A quem nos ajudou a corrigir qualquer erro enquanto projectávamos o Jornal, em especial à nossa COMA Pinky que até nos obteve as premiações apresentadas.


    - Ao Pedro Lucio que foi incansável na apresentação de algumas imagens e fontes decorativas, alterando e corrigindo-as para que ficassem com a melhor apresentação possível. Sem a sua ajuda não teríamos um “O Ikariano “ tão colorido.


    - E da minha parte, um agradecimento especial ao LucasNZL , por ter abraçado desde o inicio o desafio de fazer parte da redacção do jornal. Sem a colaboração dele o jornal não teria sido possível. Ele soube como ninguém, dar ao que escreveu, aquele jeitinho que só os brasileiros sabem e têm.


    Bem hajam todos e

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    megar

    Redactora

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  • O período de envio das respostas foi encerrado.


    Nosso muito obrigado a todos os participantes pelo engajamento e entusiasmo.


    Desejamos um Feliz Natal e ótimas festas a toda a comunidade Ikariam Brasil!


    Fiquem atentos: o resultado será divulgado no dia 27/12/2025 às 12:00 (CET GAME).